Saudades. Saudades!
Queridos, volví para darmos continuidade as nossas atividades evolutivas, mas antes deixem-me respirar o suave perfume que emana do meu sagrado recinto e embarga, de forma tão prazerosa, os meus pulmões.
Ah! O doce perfume francês! Merveilleux!
Mas vamos ao que interessa.
Coletei os dados junto aos portenhos (uma pequena amostragem – mais ou menos 2000 niños muy guapos) e agora passo para a fase de análise. Tão logo a conclua, dividirei com vocês os resultados mais picantes. Aguardem!
PS:
Parem já de roer as unhas!
Sim, encontrei com o meu carioca. Uma sinergia intensa nos envolveu. Nem mesmo o mestre Saint Germain poderia explicar o X da questão, até porque o X, na verdade, é um V.
Ela se chama Violeta.
Tenho a impressão que o moço tem tara pela letra V. Acho que é um colecionador.
Ele só não contava com um detalhe, amigas: deparar-se com um ser absoluto e inclassificável com eu: Very Valentina.
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